sexta-feira, 22 de novembro de 2013

3 Despedida de um Futuro Amor ?


 Eu vou embora por um tempo. Fala Alice chorando
- Alice depois de tudo que aquela mulher te fez, você ainda vai voltar. Eu não consigo entender.
- Eu preciso resolver a minha vida.
- Você já tem tudo, isso não faz sentido.
- Cuida dos meus Ipês, Eles são as únicas coisas que me fazem eu me sentir bem.
- Cuido, mais você não precisa ir.
-É o que o meu coração, pede pra eu fazer. Preciso retornar algo não saiu como eu esperava, eu vou preciso de uma identidade falsa! Onde eu consigo?
- Pra que isso?
- Preciso voltar, mas como outra pessoa! Ninguém pode me reconhecer.
- Vai se passar por outra pessoa?
- Não outra mais sim uma pessoa que nunca existiu, Melissa.
- Eu conheço um cara, que acho que pode te ajudar, vou falar com ele.
- Jacke, muito obrigado, vou sentir sua falta.
- Eu também!
Jacke e Alice se abraçam, o coração de Jacke que sempre foi apaixonado por Alice, não quer a deixar partir, ele a ama, mas nunca teve coragem de falar sobre esse amor com ela. Ele apenas olha no olho dela e diz:
- Toma muito cuidado.
- Pode deixar
Mudei minhas roupas, não mudei meu cabelo porque nele ninguém toca, e decidi voltar. E voltei para aquela cidade que me trazia tanto remoço da minha juventude, quando chego à entrada da cidade observo um parque abandonado e lá no fundo plantações de ipês, já tinha meu lugar preferido da cidade.No aeroporto vou ate uma cafeteria.
- O senhor me trás um café,
- Sim senhora, fala o garçom.
Eu vi, logo ali bem em frente do Aeroporto, um fabrica.
O garçom traz o café-Seu café!
-Obrigado. Senhor ali é uma Fabrica de que?
-É uma fabrica de Perfume. Foi uma moradora daqui mesmo que trousse esse investimento, me parece que ela ganhou uma boa quantia de dinheiro em uns investimentos que ela tinha. A dona Judite é muito conhecida por sua generosidade, geralmente ela apoia eventos sociais aqui. O Pessoal daqui fala muito bem dela.
- Judite Alcântara? Pergunta Alice surpresa
- Sim, você a conhece? 
- Não! Mais eu já ouvi falar dela
Não foi surpresa pra mim que ela tivesse conquistado o que ela queria, eu não sabia desses investimentos e nem da onde era tirou,e nem que ela seria inteligente aponto de montar um negocio próprio muito menos apoiar eventos sociais. Depois do tomar o meu café fui ate um apartamento que já tinha reservado, com um corretor pra eu dar uma olhada.
- Aqui é o apartamento.Fala o corretor
Alice entra no apartamento dá uma leve olhada pela janela, e ao fundo ela vê a Fabrica de Perfumes.
-O valor é aquele do Panfleto?
- Sim, posso tentar vê se da pra fazer um desconto.
- Não se preocupe, eu quero esse, vou pagar avista pode preparar os documentos.
Helena é uma antiga amiga minha que morava naquela cidade, Apesar de ter ido embora nunca tínhamos perdido o contato, sempre que dava ela me ligava, ai quando cheguei resolvi ligar pra ela.
-Alo Helena, é Alice como vai?
- Alice, quanto tempo eu vou bem, e você?
- Estou ótima, só um pouco cansada devido à viagem.
- Está indo pra onde?
- Advinha, a minha antiga e sua atual cidade.
- Serio?
- Sim, vou passar uns tempos por aqui!

Helena me contou que estava trabalhando na fabrica de perfumes vi a grande chance, de ter alguém dentro daquela fabrica para me contar tudo que se passava por ali, pedi a ajuda da Helena, ela prometeu que ia me ajudar. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

2 Doce amor Americano

- Já trabalhou antes? Pergunta o gerente
- Não. Responde Alice com a cabeça baixa
- Alice me desculpa mais eu não posso contratar uma pessoa que ainda tem 17 anos e nenhuma experiência. Sinto muito.
- Tudo bem seu Edvaldo eu agradeço.
- Boa noite para o senhor
- Boa noite Alice
Sabe quando você se sente um lixo, quando tudo que você toca desaba, mesmo tentando ajudar todo mundo acaba ferindo as pessoas, era assim que eu me sentia, um lixo, naquela noite fiquei sentada na calçada da cafeteria, pensando enquanto lágrimas de “sangue” escorria dos meu olhos, falo em sangue porque doía muito tudo aquilo que se passava naquele momento na minha vida. O céu estava escuro mais a luz da lua clareava a noite.
Uma senhora de aproximadamente 60 anos desceu do carro acompanhada do seu motorista e ela veio em direção à cafeteria, uma mulher fina, que parecia que ter muito dinheiro.
- Moça porque você chora? Perguntou ela
- Minha vida que é um desastre! Respondi sem olhar pra ela.
- Como pode uma menina da sua idade ter a vida como um desastre, posso sentar?
- Na calcada?
- Sim, por quê? Não me importo.
-O seu vestido é branco!
- Esse é apenas mais um!Quando tinha a sua idade também pensava que a minha vida seria um desastre, nesse tempo morava nos Estados Unidos, minha mãe e meu pai, tinham uma fazenda em uma pequena cidade no norte da Florida, me apaixonei por um garoto de 20 anos, eu tinha uns 18, agente se encontrava escondidos do meu pai, porque se ele soubesse nunca que ele permitiria o nosso namoro. Logo a nossa paixão ficava mais forte, agente já se amava.
- Parecia muito lindo o Amor de vocês. Fala Alice agora já olhando para ela
-Parecia. Só que em 1953, o Governo Americano, decretou apoio a um país que estavam em batalha, os jovens de 18 aos 25 anos foram convocados para a batalha e Charles, o meu Amor adolescente estava entre eles, me lembro como se fosse hoje as lágrimas escorrendo dos nossos olhos na despedida, ele foi para a batalha. Eu me lembro também de que arrumava um jeito de saber noticias dele, eu ia ate a casa dele to do dia, e escondida ouvia as conversas dos pais dele. Um dia chegou às correspondências, como não havia ninguém em casa peguei as cartas, lá continha uma carta do governo americano, mencionando o falecimento do Charles em prol do país, claro que os pais não sabiam, eu era a primeira pessoa, a saber... Não consegui me conter, fiquei desesperada, chorava muito, os pais dele chegaram e ficaram assustado com aquela cena na porta da casa dele, olhei para o rosto da mãe dele e percebi que ela já sentia que algo não estava bem, corri ao encontro dela e abracei, ela pegou a carta da minha mãos e não me lembro mais de nada. Acordei em casa com o meu pai sentado ao meu lado, minhas malas já estavam prontas, só me falou que viria morar no Brasil com os meus avós, aceitei naquela hora não sabia mais de nada, só queria esquecer de tudo, e começar uma vida nova aqui no Brasil. Como é o seu nome?
-Alice
- Alice o meu e Isabel, vamos tomar um café?
- Eu aceito.
- E você, porque sua vida esta um desastre?
- Eu vou lhe contar toda a Historia. E novamente falei com a cabeça baixa, parece que não conseguia encarar toda aquela historia sem que eu sentisse o tremendo peso em meus ombros.
Contei tudo a ela, ela ficou emocionada e disse que ia me ajudar.
- Olha não moro nessa cidade moro em outro estado, estou só a passeio, mas eu quero que você vá morar comigo, na minha casa.
- A senhora tem certeza? Fala Alice contente
- Claro preciso de uma companhia.
- Mas a senhora nem me conhece direito!
- Mais o pouco que conversei com você eu percebi que você precisa de mim.
- Muito obrigado, mais eu não posso aceitar!
- Eu não aceito, um não como resposta.
- Dona Isabel, eu agradeço muito por a sua proposta, eu vou com a senhora sim!
Isabel me deu casa, roupa e moradia, nos tornamos grandes amigas, os anos se passaram, e a velhice foi tomando conta da vida de Isabel, ela nem consegui andar mais, dependia de uma cadeira de rodas, havia um lago ali próximo da casa dela que sempre íamos lá, Ela morava sozinha somente com os empregados ela veio a falecer com 70 anos, tinha uma doença cronica. Ela dividiu todos os seus bens com os empregados, e eu fui a que mais se beneficiou além de uma grande quantia em dinheiro ela deixou a mansão dela no meu nome. Jacke era um grande amigo meu, ele era jardineiro da casa, estava na hora de tomar novos rumos, esse rumo era a minha antiga cidade.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

1 Pior que o abandono é a rejeição


Em uma cidade em evolução e constante crescimento, vivia Alice uma garota de 17 anos que não tinha muitos amigos e nem se quer se envolvia com namorados, segundo ela era uma perda de valores morais o namoro naquela idade, era viciada em livros, todo tempo que tinha disponível tirava para ler . Os médicos nunca conseguiram explicar a morte do seu pai, Agora ela vive apenas com a sua mãe, elas nunca se deram bem, Alice e sua mãe Judite viviam brigando ate sem motivos. Certa vez quando Alice chega em casa,  tem um grande discussão com sua mãe.
- Quero viver do meu jeito e nada que a senhora me disser vai mudar. Diz Alice
- Meu Deus o que eu fiz para merecer isso?
-Caramba mãe a senhora não me entende!
- Alice Idiota, se estamos assim sem dinheiro à culpa é sua!
- Minha?
-Todas as viagens, compras.Você nunca se preocupou com o futuro.
- Mas, foi à senhora que casou com o meu pai só por causa do dinheiro se estamos nessa situação pode ter certeza que a maior culpada é a senhora!
- Eu não admito que você fale comigo assim! Alice leva uma bofetada no rosto
- A senhora vai se arrepender disso, tenho saudades do meu Pai. Alice via nos olhos da sua mãe a raiva.
- Alice! Desculpa. Perdi a cabeça, porque eu não entendo o que você quer do seu futuro.
- Pode ter certeza que eu não quero nada mais que vem de você, finge que á doce Alice não existe mais.
- Agora porque eu te criei mimada, vai fazer uma revolução contra o mundo e se vingar de todos aqueles que te fizeram de besta e de toda a suposta rejeição que eu te dei? Acorda! O mundo não gira em torno de você! Diz Judite
Chorando Alice diz - Não mesmo! A senhora só estar provando o quanto é cruel, sei que sou apenas um ser humano, qualquer, não a sua filha, e que a senhora engravidou somente para casar e arrancar dinheiro do meu pai.

- Parece que idiotice esta na moda! Para de ser idiota, não fala isso muito alto! O que os vizinhos vão pensar de mim, eles ouvindo você falando uma coisa dessas.Bem baixinho só para-nos duas, o seu pai era louco por mim ele me amava, só estalar os dedos para ele vir correndo para os meus braços, e sua mãe não sou eu.
- Você não é minha mãe? Fala Alice Surpresa.
 -Claro que não, ou você esta surda? Você é filha da primeira esposa de seu pai só que ela abandonou ele com você assim que você nasceu ele ficou te criando, nos casamos e ele teve que te trazer junto com ele, por mim eu havia te jogado no lixo, mais como ele era um bom homem e te amava! Ele te trouxe.
- Obrigado Deus! Por mais doido que seja sempre tive essa esperança! Nunca consegui acreditar que a minha mãe seria muito diferente de mim, eu acho melhor eu ir embora,Só vou arrumar as minhas coisas, E partirei para algum lugar.
- O que? Arrumar as suas coisas, não senhora, você vai embora, mas sem nada, não é pra levar nada da minha casa.
- Me livrar da senhora é o que eu quero nesse momento, nem que eu more na rua, eu vou sim!
- Boa Sorte! Tenho certeza que vai precisar!
-Só me responde uma coisa! Minha mãe tá viva?
- Não sei!
Na verdade sempre desconfiei que eu fosse ou adotada ou não era filha dela, a crueldade dela me deixava assustada, tanto que nunca tive amigas por causa dela, nunca ninguém ia lá em casa.
-Alice! Antes de você ir embora quero te dar uma coisa.
-O que?

- Toma uma moeda, vai saber o que você vai comer hoje a noite.
- Nem que eu tenha que comer lixo.
Essa foi a briga que mais me aliviou, uma briga com aquela mulher que sempre dizia ser minha mãe,saí de casa as 17 anos,passei a morar em abrigos, naquela mesma cidade, nunca tinha encontrado ela novamente, tirei um dia para pedir emprego, fui ate uma cafeteria, para ver se tinham uma vaga para garçonete!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Continuação do Primeiro Capitulo

 
- Parece que idiotice esta na moda! Para de ser idiota, não fala isso muito alto! O que os vizinhos vão pensar de mim, eles ouvindo você falando uma coisa dessas.Bem baixinho só para-nos duas, o seu pai era louco por mim ele me amava, só estalar os dedos para ele vir correndo para os meus braços, e sua mãe não sou eu.
- Você não é minha mãe? Fala Alice Surpresa.
 -Claro que não, ou você esta surda? Você é filha da primeira esposa de seu pai só que ela abandonou ele com você assim que você nasceu ele ficou te criando, nos casamos e ele teve que te trazer junto com ele, por mim eu havia te jogado no lixo, mais como ele era um bom homem e te amava! Ele te trouxe.
- Obrigado Deus! Por mais doido que seja sempre tive essa esperança! Nunca consegui acreditar que a minha mãe seria muito diferente de mim, eu acho melhor eu ir embora,Só vou arrumar as minhas coisas, E partirei para algum lugar.
- O que? Arrumar as suas coisas, não senhora, você vai embora, mas sem nada, não é pra levar nada da minha casa.
- Me livrar da senhora é o que eu quero nesse momento, nem que eu more na rua, eu vou sim!
- Boa Sorte! Tenho certeza que vai precisar!
-Só me responde uma coisa! Minha mãe tá viva?
- Não sei!
Na verdade sempre desconfiei que eu fosse ou adotada ou não era filha dela, a crueldade dela me deixava assustada, tanto que nunca tive amigas por causa dela, nunca ninguém ia lá em casa.
-Alice! Antes de você ir embora quero te dar uma coisa.
-O que?

- Toma uma moeda, vai saber o que você vai comer hoje a noite.
- Nem que eu tenha que comer lixo.
Essa foi a briga que mais me aliviou, uma briga com aquela mulher que sempre dizia ser minha mãe,saí de casa as 17 anos,passei a morar em abrigos, naquela mesma cidade, nunca tinha encontrado ela novamente, tirei um dia para pedir emprego, fui ate uma cafeteria, para ver se tinham uma vaga para garçonete!

domingo, 17 de novembro de 2013

Pré- estreia Vip Capitulo um ( sem nome)

Capa do Livro

Em uma cidade em evolução e constante crescimento, vivia Alice uma garota de 17 anos que não tinha muitos amigos e nem se quer se envolvia com namorados, segundo ela era uma perda de valores morais o namoro naquela idade, era viciada em livros, todo tempo que tinha disponível tirava para ler . Os médicos nunca conseguiram explicar a morte do seu pai, Agora ela vive apenas com a sua mãe, elas nunca se deram bem, Alice e sua mãe Judite viviam brigando ate sem motivos. Certa vez quando Alice chega em casa,  tem um grande discussão com sua mãe.
- Quero viver do meu jeito e nada que a senhora me disser vai mudar. Diz Alice
- Meu Deus o que eu fiz para merecer isso?
-Caramba mãe a senhora não me entende!
- Alice Idiota, se estamos assim sem dinheiro à culpa é sua!
- Minha?
-Todas as viagens, compras.Você nunca se preocupou com o futuro.
- Mas, foi à senhora que casou com o meu pai só por causa do dinheiro se estamos nessa situação pode ter certeza que a maior culpada é a senhora!
- Eu não admito que você fale comigo assim! Alice leva uma bofetada no rosto
- A senhora vai se arrepender disso, tenho saudades do meu Pai. Alice via nos olhos da sua mãe a raiva.
- Alice! Desculpa. Perdi a cabeça, porque eu não entendo o que você quer do seu futuro.
- Pode ter certeza que eu não quero nada mais que vem de você, finge que á doce Alice não existe mais.
- Agora porque eu te criei mimada, vai fazer uma revolução contra o mundo e se vingar de todos aqueles que te fizeram de besta e de toda a suposta rejeição que eu te dei? Acorda! O mundo não gira em torno de você! Diz Judite
Chorando Alice diz - Não mesmo! A senhora só estar provando o quanto é cruel, sei que sou apenas um ser humano, qualquer, não a sua filha, e que a senhora engravidou somente para casar e arrancar dinheiro do meu pai.

- Parece que idiotice esta na moda! Para de ser idiota, não fala isso muito alto! O que os vizinhos vão pensar de mim, eles ouvindo você falando uma coisa dessas.Bem baixinho só para-nos duas, o seu pai era louco por mim ele me amava, só estalar os dedos para ele vir correndo para os meus braços, e sua mãe não sou eu.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Primeira capa alternativa do Livro


Literatura

Literatura é a arte de compor escritos artísticos, em prosa ou em verso, de acordo com princípios teóricos e práticos, o exercício dessa arte ou da eloquência e poesia.1 A palavra Literatura vem do latim "litteris" que significa "Letras", e possivelmente uma tradução do grego "grammatikee". Em latim, literatura significa uma instrução ou um conjunto de saberes ou habilidades de escrever e ler bem, e se relaciona com as artes da gramática, da retórica e da poética. Por extensão, se refere especificamente à arte ou ofício de escrever de forma artística. O termo Literatura também é usado como referência a um corpo ou um conjunto escolhido de textos como, por exemplo, a literatura médica, a literatura inglesa, literatura portuguesa, literatura japonesa etc.